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Blog Professor Léo

O Blog do Professor Léo é uma ferramenta de apoio educacional para os meus estudantes do Colégio Eduardo Gomes, portanto o blog não substitui as aulas nem o material didático. No Blog do Professor Léo os estudantes encontrarão resumos de aulas, apresentações, atividades, cronogramas de provas, vídeos entre outros materiais.


terça-feira, 22 de julho de 2014

Correção dos Exercícios Capítulo 8 (7º Anos)



Egito Antigo




O Renascimento Comercial e Urbano (Resumo - 7º Anos)


- Século XI – condições favoráveis ao crescimento do comércio

• aumento da produção de alimentos.
• geração de excedentes.
• maior consumo.
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- Cruzadas – retomada do controle comercial entre Oriente e Ocidente com a abertura do Mar mediterrâneo.
- Sobreviventes tiveram contato com uma vida comercial oriental, diferente daquela da Europa feudal – cidades, comércio e feiras - e não queriam mais ter uma vida isolada/fechada.
- Novas atividades: comércio de produtos inexistentes nos feudos e artesanato.
- Pequenos comerciantes (bufarinheiros) passaram a vender mercadorias de feudo em feudo.
- Embora a produção agrícola continuasse a ser a atividade mais importante, envolvendo a maior parte da população, cada vez mais pessoas dedicavam-se às práticas comerciais. Esse processo tornou-se conhecido como renascimento comercial.




quarta-feira, 21 de maio de 2014

8º Anos - Conteúdos das Provas Parciais (27/05/2014)


• Relembrando: Absolutismo e Iluminismo ((cap. 4 e 5)
• O Iluminismo (cap. 5)
• O processo de Independência dos EUA (cap. 6)


7º Anos - Conteúdos das Provas Parciais (Manhã 28/05/14 - Tarde 27/05/14)


Sociedade Feudal -  (capítulo 5 )

  • Camadas sociais. "Relembrando"
  • Sociedade estamental
Feudalismo: uma marca da Idade Média (capítulo 4)

  • Sistema Feudal
  • Economia na Idade Média (tributos dos camponeses)
  • Politica na Idade Média

O poder da |Igreja na Idade Média  (capítulo 5)
  • O Poder da Igreja Católica
  • "Bruxas e Demônios"

Idade Média na Europa: Dez séculos de altos e baixos  (capítulo 6)
  • A alta e a baixa Idade Média
  • Avanços técnicos no século XI
  • As Cruzadas (motivações).

6º Anos - Conteúdos das Provas Parciais (30/05/2014)

 
"Relembrando": Linha do tempo pré-história e história

 
Tempo Histórico e Tempo Cronológicom (capítulo 6)

- Tempo Histórico.
- Tempo Cronológico.

- A origem do homem americano  (capítulo 7)
- Rota: Estreito de Bering
- Rota: Navegação pelas ilhas do Pacífico.


Os povoadores do atual território brasileiro  (capítulo 8)

- Caçadores e coletores, sambaquieiros e produtores de cerâmica
- Etnocentrismo

    terça-feira, 20 de maio de 2014

    A Revolução Francesa (Resumo - 8º Anos)

                  





    Em 1787, o controlador geral das finanças, Callone, convocou a Assembléia dos Notáveis devido aos problemas financeiros do Estado. Tal Assembléia era formada por representantes do clero e da nobreza, denominados notáveis. A principal vantagem dessas duas ordens sociais era o não pagamento de impostos, e Callone deveria convencê-los a renunciar este direito.
    No entanto, a Assembléia não adiantou, pois os notáveis não abdicaram os seus direitos e ainda causaram muitas revoltas.
     Jacques Necker substituiu Callone, e este novo controlador convenceu Luis XVI a convocar a Assembléia dos Estados-Gerais, formada pelos notáveis e pelo terceiro estado (abrangia a pequena, média e alta burguesia).
    O clero e a nobreza eram privilegiados na votação, pois o voto era por estado social, ou seja, cada estado só poderia ter um voto dentro da Assembléia, assim essas duas ordens sociais votavam juntas contra o terceiro estado.
    O terceiro estado propôs votação individual na assembléia, mas os notáveis insistiam em votação por estado, e foram apoiados pelo rei. Tendo sua proposta rejeitada, o terceiro estado provocou uma manifestação, prometendo não cessar enquanto o rei não aceitasse uma Constituição que limitasse seus poderes.
    Então o rei cedeu, ordenando que o clero e a nobreza se juntassem ao terceiro estado, organizando a Assembléia Constituinte. Os produtos alimentícios ficavam cada vez mais escassos, no campo e nas cidades as revoltas começaram a surgir. Espalhavam-se rumores de conspiração aristocrática e da realeza. O rei temia o seu futuro político, então decidiu mobilizar as tropas militares para conter as revoltas burguesas e populares. Em contrapartida, a burguesia organizou milícias populares para encarar as tropas reais. No dia 14 de julho as tropas parisienses tomaram a Bastilha (símbolo da tirania e das arbitrariedades do rei, onde estava localizada a prisão política).
    A Tomada da Bastilha foi o marco inicial da Revolução. E o medo de que a revolução camponesa se alastrasse atingindo as propriedades burguesas, resultou na abolição dos direitos feudais, em 4 de agosto de 1789.
    No dia 26 de agosto de 1789, a Assembléia Nacional constituiu a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, este documento defendia os seguintes pontos: liberdade, igualdade, inviolabilidade da propriedade, resistência à opressão política e direito à propriedade privada.
    No ano de 1790, os bens do clero foram confiscados pela Assembléia Constituinte. Descontentes, os religiosos e a nobreza se refugiaram da França e organizaram exércitos no exterior para reagir à Revolução Francesa.