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Blog Professor Léo

O Blog do Professor Léo é uma ferramenta de apoio educacional para os meus estudantes do Colégio Eduardo Gomes, portanto o blog não substitui as aulas nem o material didático. No Blog do Professor Léo os estudantes encontrarão resumos de aulas, apresentações, atividades, cronogramas de provas, vídeos entre outros materiais.


terça-feira, 3 de março de 2015

7º Anos - Os Germânicos e o Reino dos Francos


 “Bárbaros” Germânicos


  • Todos os povos que não moravam dentro dos limites do Império Romano possuíam cultura e hábitos diferentes não falavam latim - eram chamados de “bárbaros”.
  • Os germânicos habitavam a imensa região da Germânia, localizada ao norte do Império Romano, entre os rios Reno e Danúbio. Os grupos Germânicos viviam em aldeias que se dedicavam à agricultura e à criação de animais. A base da sociedade germânica era a família, comandada pelo pai.
  • A sociedade germânica era dividida em: homens livres proprietários de terras; semilivres (não tinham propriedades e pagavam tributos); escravos (prisioneiros de guerras).
  • As tribos germânicas adoravam deuses (politeísmo) que representavam as forças da natureza.
  • A honra, a bravura e a coragem eram valores importantes para os germânicos. O maior objetivo de um germânico era alcançar a glória e o reconhecimento em batalhas.
  • Reciprocidade germânica - comitatus: os guerreiros germânicos juravam fidelidade e obediência ao rei e, em troca, o rei distribuía entre os seus guerreiros parte dos bens conquistados em batalhas.
  • As culturas romana e germânica foram, ao longo do tempo, misturando-se. O resultado dessa longa fusão foi o surgimento de uma “terceira cultura”. O cristianismo foi incorporado pelos germânicos, e a relação de reciprocidade e a tradição guerreira foram incorporadas pelos romanos.



O Império Franco



  • Os francos conquistaram a Gália e a sua conversão precoce ao cristianismo (doação de territórios para a Igreja) deu a seus reis apoio da Igreja de Roma. O mais importante dos reis francos foi Carlos Magno. Ele ampliou as fronteiras do Reino Franco, conquistando territórios na Itália, na Germânia, na Boêmia e na Península Ibérica. Os povos conquistados por ele eram convertidos ao cristianismo.
  • Carlos Magno manteve com seus nobres (condes, duques, marqueses) uma relação baseada na reciprocidade. Concedia-lhes terras em troca de fidelidade.
  • Tratado de Verdun: com a morte de Carlos Magno, o Império Franco foi dividido entre seus três netos. Com o passar do tempo, os reis foram se tornando casa vez mais dependentes da ajuda financeira e militar dos nobres (senhores de terras) e do clero (membros da igreja).



O Trabalho dos Arqueólogos - 6º anos


Arqueologia

Arqueologia é a ciência (conjunto de técnicas) que tem por objetivo estudar as culturas e os modos de vida dos seres humanos do passado, pela análise dos vestígios materiais.



As etapas da pesquisa arqueológica


Pesquisa de campo (sítios arqueológicos)

O arqueólogo começa seu trabalho com a procura de áreas onde podem existir vestígios de civilizações antigas, encobertas pelo solo. Para isso, ele se baseia em informações já conhecidas sobre povos do passado.

As áreas que concentram vestígios materiais para a pesquisa são chamadas de Sítios Arqueológicos.

Vestígios materiais: armas, ferramentas, esculturas, pinturas, vasos, pratos, moedas, construções, fósseis etc..
Fósseis são restos ou vestígios de plantas e animais que se conservaram enterrados no solo. Podem ser ossadas inteiras ou até um dente ou um fragmento de osso.

Análise do material coletado

Os vestígios encontrados devem ser analisados para que se identifique, em primeiro lugar, sua idade e, depois, suas relações com informações já conhecidas. A análise do material coletado pressupõe sua remoção do sítio arqueológico para instalações que disponham de recursos sofisticados, especialmente laboratórios, além de bibliotecas especializadas.
Os estudos arqueológicos são constantemente atualizados. As pesquisas não param e novas descobertas continuam a ser feitas. À medida que novos vestígios são encontrados, novas interpretações podem ser feitas sobre temas estudados anteriormente. Também acontece de dois arqueólogos interpretarem de maneiras diferentes os mesmos vestígios.

O arqueólogo ainda tem duas grandes responsabilidades:

- preservação dos sítios arqueológicos.
- divulgação dos resultados de sua pesquisa (livros ou revistas especializadas).

Como conseguir saber qual a idade de um vestígio?

- Estratigrafia: utiliza as camadas ou estratos do solo (quanto mais profundo, mais antigo).
- Rádio-cronológico: analisa as rochas vulcânicas.
- Termoluminiscência: analisa os objetos de cerâmica.
- Carbono 14: calcula a idade dos fósseis (quanto menos carbono, mais antigo é o fóssil).

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

A Contagem do Tempo


A Contagem do Tempo

Para facilitar seus estudos, os historiadores e outros cientistas sociais costumam organizar o tempo em períodos.

  • Milênio: período de 1.000 anos.
  • Século: período de 100 anos
  • Década: período de 10 anos.
  • Ano: período de 365 dias

Entendendo as convenções para contagem de tempo

Tradicionalmente, os séculos são representados por algarismos romanos. Para identificar um século a partir de uma data qualquer, podemos utilizar operações matemáticas simples.



  • Se o ano terminar em dois zeros, o século corresponderá ao(s) primeiro(s) algarismo(s) à esquerda desses zeros. Veja os exemplos:


  • Se o ano não terminar em dois zeros, desconsidere a unidade e a dezena, se houver, e adicione 1 ao restante do número, Veja:

  • Dica: Todo o século se inicia em 01 e termina em 00
      Exemplos:





Obs.: Conteúdo para prova dos 6º anos, mas esse conteúdo é importante para todos os anos.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Guia do Estudante


Guia com informações importantes para os estudantes dos 6° e 7° anos sobre os critérios de avaliação, recuperação contínua e indicadores de avaliação.



quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Prova 3° Trimestre – 8º anos 18 / 11 / 2014

Conteúdos específicos 

Capítulo 12 – Os conflitos no Brasil Independente
“Relembrando” – Conflitos (Guerra da Cisplatina e a Confederação do Equador) e o fim do Primeiro Reinado.

Capítulo 13 – A Revolução Industrial
Modos de produção artesanal, manufatureiro e industrial.
O pioneirismo inglês na Revolução Industrial.
As condições de vida dos operários na indústria.

Capítulo 14 – A Segunda Revolução Industrial
As mudanças ocorridas após a Segunda Revolução Industrial.
A concentração econômica – cartéis e trustes.

Capítulo 15 – Novas formas de ocupação e exploração: o imperialismo
Os interesses nas nações europeias com a partilha da África.
As consequências do Imperialismo.